Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Água quanta queira - Uma ideia urgente e admissível...

Por favor, pensem num jeito de transformar a água do mar (salgada) em água própria para consumo mesmo que tenha algum sabor diferente. É urgente e admissível que, em vez de construirem reservas de água (que não chove), dêem bom uso ao que o mar continua a dar, com estudo de mecanismos que ajudem nessa conversão.

As ilhas não têm necessidade de passarem por falência de água, sendo rodeadas por um majestade de água por todos os lados. Tenham isso em atenção para não falhar a água no Verão.

Pode nos faltar quase tudo mas a água é um bem insubstituível.

publicado por Terceirense às 11:30
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Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

De volta com a natureza da ilha brava e sempre doce

Caros leitores, visitantes e comentadores,

Peço desculpa pela ausência de alguma escrita mas nem sempre tenho oportunidade para lançar os dedos ao teclado e lustrá-lo de forma a saírem bons artigos que cativem a vossa presença assídua.

Quem vive numa ilha (como a nossa linda e esbelta Terceira) tem sempre bons motivos para escrever e a inspiração salta a todo o vapor mas é preciso que haja tempo. O clima até que convida a dar a volta a ela e captar o que nos entrar pelos olhos adentro. Está linda! Campos verdejantes, floridos, chilrreios sedutores, as casas a serem embelezadas já a pensar na chegada do próximo mês (o Maio do início da época taurina), o cheiro a mar recheado dum manto de água atractiva para alourar o corpo debaixo de um sol salutar (na medida certa), dos cantares e demais festejos das paróquias, do Espírito Santo coroando meninos e meninas (quais pombinhas alvas de neve) na sua indumentária propícia à fé dos Pentecostes e Trindade, etc. etc. Venham ver e comprovem tudo o que vos digo em palavras soltas e sinceras.

A profissão que ocupo tem-me feito ficar um bocado fora deste meu querido blogue, mas quando aqui venho, saio sempre com a alma curada e desejosa de ir ao encontro desta bonita realidade.

Há profissões que nos realizam e nos agradam. A minha profissão faz com que se mantenha o pão-nosso-de-cada-dia mas da forma que a crise avança (só se ouve falar de crise e mais crise, nos últimos tempos) este pão tem de ser bem administrado pelas bocas que o esperam todos os dias. É preciso saber muito bem a gestão familiar para se saber poupar. A natureza terceirense ajuda também a curar muita crise, seja ela qual for. E haja saúde, pois com ela tudo (ou quase tudo) se consegue!

publicado por Terceirense às 09:54
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Hélio Costa, autor de Danças e de poemas lindos, é notícia actual

"Hélio Costa: O humorista que escrevia poemas de amor", Diário Insular, 15 Fev 2009:

Todos o conhecem como o escritor de bailinhos de Carnaval, mas Hélio Costa lança, a sete de Março, o seu primeiro livro de poemas de amor. Chama-se "Lava de Sentimentos".

A manhã é reservada para as danças e bailinhos. Hélio Costa tem mais de quatrocentos títulos presos, em folhas de papel A4, na parede do escritório da casa das Lajes. Mas a noite, quando o pensamento se torna mais pesado e profundo, é, há perto de três anos e meio, para escrever poemas de amor. Que nunca pensou publicar.

"Comecei a escrever há uns anos, mas nunca com a ideia de que isto pudesse depois dar um livro. Até que vieram umas pessoas amigas cá a casa e começámos a falar de poesia. Acabei por lhes mostrar os poemas que tinha feito e disseram-me que aquilo até dava para ser publicado", conta, escolhendo as palavras devagar, com cuidado.

Mas os poemas acabaram mesmo em livro. Hélio Costa escreve poemas de amor com a mesma energia que guarda para os bailinhos. O livro terá perto de 80 páginas, mas garante que já escreveu perto de uma centena.

"Lava de Sentimentos" é lançado a sete de Março, no Auditório do Ramo Grande, na Praia da Vitória, com apresentação de Álamo de Oliveira. Outro lançamento está marcado para o dia 29 do mesmo mês, no Portuguese Center de Lowell, nos Estados Unidos da América.

Nota-se que Hélio Costa guarda algum receio em relação a esse momento. Já não tem nervosismo quando vê subir um bailinho ou uma dança escrita por si a um palco de uma sociedade, porque isso já aconteceu tantas vezes. Os risos e o aplauso do público são esperados. Mas os poemas de amor são outra coisa. "Antes de avançar para a publicação, pedi o apoio da direcção regional da Cultura. Isso foi, por assim dizer, a prova de fogo. Se não conseguisse um parecer positivo, queria dizer que não valia a pena". Os apoios chegaram.

Mas por que começou o escritor de bailinhos a dedicar-se à poesia? "Era uma vontade que tinha dentro de mim, algo que me apeteceu fazer. Quem me conhece sabe que eu gosto de fazer muitas coisas diferentes. O conteúdo do livro não está baseado em factos da minha vida. Há total liberdade e imaginação. Não houve mudança nenhuma. O que houve é que nós, humanos, uns mais do que outros, mas todos, temos sentimentos. Eu, apesar de ter o meu lado humorístico, tenho também os meus sentimentos".

Além disso, a escrita de bailinhos deu uma ajuda no que diz respeito ao aspecto técnico. "Principalmente na facilidade da rima, porque as danças são todas em rima. E, porque não, cada dança tem um tema, e também pode ter havido nesses temas algo que me tenha ajudado neste livro".

Hélio Costa mantém, no entanto, a reserva. O seu livro nasceu das horas vagas e não da vontade de "competir" com qualquer outro poeta. Até porque não lê muita poesia. "O que leio gosto e aprecio a qualidade, mas não leio muita poesia porque falta tempo. Agora, não quero competir com ninguém, nem pensar nisso".

O factor surpresa

O que não encontrará decerto competição é a surpresa que o lançamento de um livro de poesia por Hélio Costa provocará nas pessoas. "Muito pouca gente sabe até agora. E tenho a noção de que será uma grande surpresa", diz. Este factor surpresa também é reconhecido pelo vereador da Cultura da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Paulo Codorniz. "É um formato a que as pessoas não estão habituadas, decerto. Não esperam algo como isto vindo do Hélio Costa. Estão mais habituadas a que ele as faça rir", afirmou a DI.

A esposa e a família sabem dos poemas. Alguns amigos têm conhecimento que escreve mas não que pretende publicar. "A minha mulher e a minha família também me deram apoio. Aliás sempre o fizeram, ao longo da minha vida". A inspiração, diz que não a vai buscar directamente à vida real. Nos seus poemas estão presentes a Lua, o Sol, o Mar. "A quem ler o livro, o que posso dizer é que o que ali está é fruto de dar liberdade à imaginação e sonhar. Sonhar, porque toda a gente sonha, e uma grande parte do livro baseia-se em sonhos... É inspirado também no mar, porque temos o mar à nossa volta, e penso que, para quem escreve, o mar serve como inspiração. Nos meus poemas existem esses elementos: O Mar, o Sol, a Lua", diz.

Mas admite que as pessoas os inspiram, em toda a sua complexidade. "Imaginamos outras pessoas, a sua maneira de estar, a maneira de viver, os sentimentos, embora nós não estejamos dentro delas. É a tal liberdade e imaginação a funcionar".

Resta a Hélio Costa continuar a dividir a manhãs para os bailinhos e as noites para os poemas de amor. Por agora, permanece na mente dos terceirenses como o escritor de danças de Carnaval. "É como disse Álamo de Oliveira, que vai fazer a apresentação. As pessoas vão comprar o livro a pensar que, já nas primeiras três páginas, vão estar a rir. Mas não. Aqui podem ver mais um pouco do meu fundo".

publicado por Terceirense às 11:31
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Folclore, Marchas, Vozes, Quarteto, Tourada, entrevistas, etc.

Os temas são muitos e sucedem-se iluminando o céu que se vestiu com um chapéu de nuvem condensada.


Uma colectânea de emoções que a RTP Açores nos proporciona enquanto se encontra na Praia da Vitória através do seu programa Atlântida apresentado pelo inconfundível Sidónio Bettencourt a que já nos habituámos a ver no ecran e a ouvir na rádio.

Alguns bloguistas terceirenses também estavam lá: In concreto; Futebol Gente e Toiros; Azoriana; Coro Pactis e outros que porventura estavam incógnitos...

E até houve reportagens com imagens impressionantes. Ora vejam:

 


publicado por Terceirense às 23:41
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Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Notícias

Andava eu à procura de um código postal que até nem tinha nada a ver com a Serreta, mas ao deparar com o sítio ideal para saber-se estas coisas de códigos, o sentido levou-me a rumar para os lados da freguesia da Serreta, que é e será do concelho de Angra do Heroísmo, e descobri um título curioso...

 

"ITALIANOS ENCANTADOS COM A TERCEIRA - Turismo de luxo viável nos ... - A União"

 

E assim, dedos para que vos quero, avancei no clique e deparei-me com um belo de um artigo da autoria de João Rocha, que a dada altura fez-me reler:

 

(...) Os italianos, da empresa Tecnhicolor, passaram, a 1 de Maio, um dia "absolutamente diferente" na Terceira, sendo que o serviço turístico contemplou uma exibição musical em pleno mar.

 

Numa organização da Top Atlântico Açores, os realizadores e produtores de cinema italianos apreciarem um tipo de organização turística testado pela primeira vez nos Açores: usufruir da paisagem como factor importante na oferta turística dos Açores em que o mar e as ilhas foram determinantes para a escolha do local, embora o tempo não tivesse colaborado.

 

Mesmo assim, na freguesia da Serreta, foram contemplados pela actuação de um Grupo de Instrumental de Sopro, que se fez transportar num barco de pesca. No ambiente marítimo criado para o efeito, houve também lugar para um bote baleeiro, de São Mateus.

 

A animação em terra foi garantida por um grupo de tocadores da viola da terra e de cantares.

 

Na Ponta do Queimado, na Serreta, foi construída uma estrutura própria em madeira, sendo que o jantar teve de ser transferido para um restaurante local face às adversas condições climatéricas.

 

A ementa integrou sopa de peixe, cherne grelhado, vinho verdelho dos Biscoitos e doçaria conventual. Os italianos, que também passaram pelas ilhas das Flores e Faial, tiveram a oportunidade de assistir a uma toirada à corda, nas Fontinhas. (...)

 

Então, resolvi emoldurar este artigo para não me esquecer que a ilha, o mar, a Serreta encantaram os italianos... Ah, grandes italianos!! "Molte grazie".

 

Outra notícia que também me atraiu para a Serreta foi a do falecimento do homem que contava 91 anos e já tinha feito 61 anos de casado. Os sinceros pêsames a toda a sua família.

publicado por Terceirense às 15:01
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Enquanto houver amor, ilha e arte blogarei por toda a parte...

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