Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

A blogosfera pode fazer milagres, por Bassim!

Transcrevo parte do texto do blog Vila Forte que está solidário com o blog de Luís Castro, jornalista do Cheiro a Pólvora:

(...) Lanço um S-O-S, porque a família que o ajudou no Iraque(viram concerteza a reportagem na RTP do Luís Castro com a família Bassim), está a sofrer represálias e necessita urgentemente de ajuda para conseguir o estatuto de refugiado, sob pena de poderem ser eliminados.Escrevo assim desta forma porque é mesmo dramática a situação. Porque penso que podemos ajudar? segundo o Luís Castro quem decide o estatuto de refugiado é António Guterres,alto comissário da ONU para os refugiados e como o "nosso" Luís Amado é e foi Ministro dos Negócios Estrangeiros talvez pudesse fazer qualquer coisa. Eu sei que sou idealista, mas quando estão em causa vidas humanas todos os esforços são poucos.


Deste modo, peço a quem tenha possibilidade de contactar o Dr. Luís Amado, que lhe faça chegar este pedido. O Luís Castro está com muitas dificuldades em lá chegar...

Já basta o que se tem passado naquele país nos últimos anos, se pudermos ajudar esta família estaremos a ajudar quem ajudou um dos nossos.


http://cheiroapolvora.blogs.sapo.pt/9890.html#comentarios
Posted by Pedro Oliveira at 17:16:55

**************************
Agora digo eu, se não se fizer nada, ou melhor, enquanto se está tentando fazer algum tipo de alerta, esta família padece e está sujeita a perecer por lá mesmo e nós atrás de um "anjo" rodeado de burocracias. Enquanto isto, o jornalista português está a salvo e preocupado com o AMIGO que nunca o abandonou e agora vê-se HORRIVELMENTE indefeso.

AJUDEM UMA FAMÍLIA que nos foi dada a conhecer.

BASSIM é um nome que o mundo conhece. Dêem-lhe guarida. Dêem-lhe esperança.

E virá a PAZ ao coração do Homem! Que haja PAZ! Que acabe a guerra. A desgraça alastra. O mundo é um caos imenso. Travem as armas. Já basta os males da própria natureza.

As notícias são alarmantes. Salvem o MUNDO!
publicado por Terceirense às 13:41
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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Álamo de Oliveira - poeta terceirense

“Já não gosto de chocolates” com nova tradução
Livro de Álamo Oliveira traduzido para japonês

O livro “Já não gosto de chocolates” foi editado no Japão. A obra de Álamo Oliveira já tem versões em português e inglês.

O romance "Já não gosto de chocolates", da autoria do escritor terceirense Álamo Oliveira, acaba de ser editado no mercado japonês.
A versão japonesa do romance que aborda aspectos da vivência açoriana nas ilhas e na emigração dos Estados Unidos, foi traduzida por Kiwamu Hamaoka, mestre em Artes e Estudos Luso-Brasileiros da Universidade de Estudos Estrangeiros de Kyoto.
Trata-se de o segundo livro de um autor açoriano que foi traduzido por Kiwamu Hamaoka. Em 2005, foi editado no Japão o livro "Pedras Negras", do escritor picuense Dias de Melo.
O trabalho de tradução do livro do romancista açoriano foi realizado por Kiwamu Hamaoka. Durante cerca de dois anos.
De acordo com Álamo Oliveira, existem boas perspectivas para o sucesso da edição japonesa do seu romance.
"Essa é a convicção do editor que me enviou uma mensagem a propósito do lançamento do livro", referiu.
"Já não gosto chocolates" foi editado no Japão pela filial da editora norte-americano Randam House.
Para além da edição japonesa, o romance conta também com uma versão em inglês, editada nos Estados Unidos em 2006, para além da versão original em português, publicada pela Salamandra, em 1999.
O autor está agora a preparar o seu mais recente romance mais ainda não existe data prevista para o sua edição.

PERFIL DO AUTOR
José Henrique Álamo Oliveira nasceu na freguesia do Raminho, em Maio de 1945.

Com 33 livros de poesia, romance, conto, teatro e ensaio publicados, Álamo Oliveira é uma das mais destacadas figuras da literatura açoriana.
As técnicas de escrita de alguns dos seus livros, como "Pátio da Alfândega, meia-noite", "Já não gosto de chocolates" e "Até hoje - memórias de cão", têm servido de base a trabalhos académicos em universidades dos Estados Unidos e Brasil.
Tem poesia e prosa traduzidas para inglês, francês, espanhol e croata.
Álamo Oliveira tem-se destacado, ainda, pela sua participação em diversas acções de dinamização cultural nos Açores e nas comunidades emigrante dos Estados Unidos, onde se desloca com regularidade para participar em conferências e iniciativas promovidas pelos meios académicos.
É um dos fundadores do Alpendre, o mais antigo grupo de teatro dos Açores, onde já encenou alguns dos seus textos e de dramaturgos nacionais de estrangeiros.

Fonte: Diário Insular OnLine.

publicado por Terceirense às 15:38
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Não está fácil educar...

(...) "A responsabilidade de ministrar educação caberá sempre às famílias. Deverá ser servida ainda no berço, em doses diárias de “chá” e, em caso de necessidade e persistente rebeldia, acompanhadas por umas boas galhetas. Só com shots a coisa não chega lá…"

Fonte: Conclusão do artigo intitulado "A educação que não temos", publicado na Segunda-Feira, dia 31 de Março de 2008, por João Rocha no Jornal A União

Na varanda: ,
publicado por Terceirense às 13:08
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Quarta-feira, 26 de Março de 2008

«Ó gente da minha terra»

Lembrei-me deste fado "Ó gente da minha terra", logo pela manhã, porque na minha terra estão a acontecer coisas que não aconteciam antes ou se aconteciam quase só se sabia quando estavam mais que consumadas e, então, aí sim, vinha a público aquele role de histórias que colocava todos em alvoroço.

Agora tudo é mais rápido e sabe-se em tempo record pelas vias modernas. É o caso desta notícia que basta inserir em hiperligação, de proporções violentas e com pessoas idosas. Como diria minha avó: "Ao que nós chegámos!"

E deixo-vos com a letra de «Ó gente da minha terra»

É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra

Sempre que se ouve o gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar

Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que a recebi

E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar

Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que a recebi

 

Fado originalmente escrito e interpretado por Amália Rodrigues. Embora pertencente ao repertório amaliano, este fado tornou-se um hit deste género musical português na voz de Mariza, já no século XXI.

publicado por Terceirense às 08:19
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Sexta-feira, 4 de Janeiro de 2008

«Fumadores» e «não fumadores»

Não consigo conter as palavras muito tempo e mais quando resolvo dar uma volta pelas ruas da cidade de Angra do Heroísmo, da nossa querida ilha beijada por Nosso Senhor Jesus Cristo sempre que o sol desponta por entre a grinalda de nuvens.

É ver os Cafés com um destaque visível: «fumadores» ou «não fumadores» como se a lei da cessação tabágica fosse uma questão de «lucro» ou «prejuízo», respectivamente, para o dono do Café. Tenham dó! Ou se fazem leis para TODOS ou então mais valia nem pensarem em mudanças.

Afinal o que muda com esta lei?

1º Fuma-se menos ou deixa-se de fumar em recintos para se vir fumar para a rua e, sabe-se lá, ganhar outras doenças ou ser-se atropelados pelas viaturas que circularem distraidamente;
2º Deixa-se de fumar e vai-se para a lista de espera (ou não) das consultas de psicologia, psiquiatria, pneumologia, etc. e até clínica geral que depois envia para aquelas e recebem outra forma de gastar o que gastavam no tabaco: comprimidos para esquecer que eram fumadores ou substitutos amigos do efeito que a nicotina faz ao organismo de cada indivíduo;
3º Os conformados com a lei preparam-se para ter outras formas de «esquecer» o suspensório que tinham na boca e hão-de arranjar outros suspensórios que podem (ou não) fazer menos mal ou mais mal ainda.

A meu ver, esta lei é boa e «SIM, DEIXEMOS DE FUMAR» e de fazer os outros engolir o fumo indesejado e maléfico quando forem TODOS e mesmo todos a cumpri-la.

Afinal que rebaldaria é esta?

- Se o proprietário do Café fizer obras que permitam ser classificado de Café para «fumadores» não gasta um cêntimo na multa mas gasta na obra e a inspecção nem lhe diz nada;

- Se o proprietário do Café não fizer obras e alguém fumar lá dentro pagará a dita multa e o caso fica resolvido com bastante prejuízo para o dito cujo. (Neste caso mais vale dedicar-se a outra profissão que lhe dê mais lucro?).

Não tarda nada, e já li com os meus próprios olhos, os jornais enchem-se de parágrafos dando realce a isto ou aquilo relacionado com a lei nova.

Agora pergunto: - E os fumadores de séculos, dependentes do tabaco, o que dizem ou fazem?

- Uns estão ao ar livre e fumando ainda mais porque não deve arder tanto os olhos e o sol de inverno lhes proporcionará algum bem-estar;
- Enquanto alguns fumadores estão fumando ao ar livre o trabalho de expediente normal espera tranquilamente e sem fumo; Os que não fumam ainda vão pedir para lhes descontarem as pausas ao trabalho :) (Esta será para rir?!);
- Outros vão para casa e fumam desalmadamente porque no seu lar podem fazer o que bem lhes apetece mesmo que a família fume toda do mesmo cigarro passivamente. Aí a lei não entra?! E porquê? A família não vale nada ou desmorona-se se tiver leis contra fumo?;
- Outros ficarão doentes psicológicos para encher o internamento das instituições públicas e privadas;
- E outras coisas que nem vou dar ideias para não me sentir pior que os que legislam...

Estaremos a entrar na loucura total?!

Que venha o complemento da lei: PROIBIDO FUMAR em qualquer lugar da ilha (incluindo o domicílio) excepto ao ar livre. Assim sim, TODOS PARA O AR LIVRE para tingir os céus de preto e os quartos e salas das moradias ficarem limpas de fumo bem como os pulmões da família. O que não ficará limpo é o chão ao ar livre porque as beatas vão dar que varrer aos varredores de ruas e aos empregados de limpeza. Talvez subam a venda de aspiradores...

Senhores legisladores, vós que vos esfalfais de tanto legislar, venham com mais leis complementares porque afinal não há lei que aguente sem prós e contras. Os cigarros, esses continuam a existir porque tenho a certeza que não há lei que os trave nem a melhor cabeça pensante.

publicado por Terceirense às 12:23
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