Uma festa tradicional que muito honra os angrenses, os terceirenses e os gentílicos que amam Angra e a sua/nossa Festa Brava. Fico imensamente contente por este ano o tema vir de encontro a uma parte do título deste blogue, que tinha de se apressar a estar presente (e de regresso) a esta onda taurina e com sabores a mar, a doce pitéu, a flores, a cultura e tradições.
A ilha é um regaço onde vai chegando o retorno da saudade, onde o canto se espalha à vontade, onde as almas se encantam com a força da bravura, com o gosto pelo sabor da morcela, da alcatra, do torresmo, do pão de milho, da companhia do Verdelho, da amizade marítima e campestre, das boas-vindas à feira taurina, ao toque de classe de um desfile, de uma cantoria, de um pezinho afamado, dos olhares esbugalhados para o percurso das Marchas de São João até alta madrugada...
Todos temos uma palavra a enaltecer e nunca, jamais deixem de aparecer...
Contigo traz o balão com um: Viva São João! Viva a Festa Brava! Viva Angra do Heroísmo! Viva a ilha mais taurina do mundo - A Terceira dos Açores!
Lamento informar, se
é que faz alguma diferença para os leitores e visitantes, que este
blogue irá pausar por tempo indeterminado uma vez que existem algumas
dificuldades de o manter activo com artigos assíduos, como seria
desejável por parte de quem suporta toda e qualquer letra que aqui
cai, quer seja da minha autoria quer seja da autoria de outrem, com os
devidos créditos.
Ultimamente lê-se muito pela blogosfera que o
plágio é o tema forte e que há autores de blogues que foram plagiados
e, mais grave, que os seus poemas foram adulterados com as nuances dos
"novos" / falsos autores. Realmente é imperdoável e tal acto
é punido por lei. Hoje em dia as leis são a tábua de salvação para uma
montanha de crimes. Cá para mim isso deve-se à falta de se olhar a Lei
maior, a Lei que não provém do homem mas sim de Deus. Essa Lei não tem
rectificações e é aplicável a qualquer situação e sempre se resumiu
nisto: Amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos. Se
prestarmos bastante atenção, o termo Amar não é um termo à toa, nem é
difícil de definir: Amar é Acreditar, é Querer Bem, é Pensar
altruistamente, é Seguir a Lei que Deus criou, é Ver no seu semelhante
o Deus vivo. Quem não acredita, não quer bem e não pensa que fere
os outros não Ama verdadeiramente.
Outros motivos que me levam
a pausar são as desgraças actuais e a crise económica. Há que
canalizar esforços para as áreas que requerem a nossa atenção e
prontidão de serviço.
A quem quer que pouse aqui o seu olhar
desde já deixo um aviso: Não ao plágio. "Um por todos, TODOS por um" é o grito que se ouve pela blogosfera e eu também concordo e adiro.
A minha «Ilha Brava e Doce» não desaparece porque fica ao cuidado do SAPO que sabe como a preservar das intempéries. O SAPO sempre foi e há-de ser o "batráquio" mais potente do mundo cibernauta. Para este grupo de pessoas, que não medem esforços para nos contentar, o BEM-HAJA!
Agradeço, também, à Rosa Silva ("Azoriana") e ao autor de "Futebol, Gente e Toiros" pela colaboração disponibilizada.
... Eu sou de colores,
da Ilha,
Brava de tradições,
Doce na cortesia e nos sabores
... Sou dos Açores
Até logo...
Abraços

É o que chamo de verdadeira preciosidade
regional, o Roteiro da Administração Regional e Local da Região
Autónoma dos Açores, na versão electrónica e em papel,
naturalmente.
Com as novas funcionalidades, temos ao nosso
alcance um mundo de informação sobre os mais variados organismos da
nossa Região. Pessoalmente acho de grande importância o facto de se
puder actualizar dados online. A DROAP terá sempre a
responsabilidade de validação das actualizações na medida em que o
formulário está acessível a todo o cidadão.
A impressão de etiquetas trouxe o
requinte especial e facilita muito a tarefa de divulgação de
informação por parte dos organismos.
Merece o nosso
reconhecimento todo o empenho prestado pela Direcção Regional de
Organização e Administração Pública (DROAP).
Por favor, pensem num
jeito de transformar a água do mar (salgada) em água própria para
consumo mesmo que tenha algum sabor diferente. É urgente e admissível
que, em vez de construirem reservas de água (que não chove), dêem bom
uso ao que o mar continua a dar, com estudo de mecanismos que ajudem
nessa conversão.
As ilhas não têm necessidade de passarem por
falência de água, sendo rodeadas por um majestade de água por todos os
lados. Tenham isso em atenção para não falhar a água no
Verão.
Pode nos faltar quase tudo mas a água é um bem
insubstituível.
Num Verão sem Mundial de Futebol e Jogos Olímpicos, não será nenhuma burrice pensar que os burros a correr em Angra captarão o interesse dos principais canais televisivos.(...) Continue a ler aqui, pois há mais texto e do melhor. É que os burros vão entrar em corridas muito badaladas daqui para a frente. Vale uma aposta?!
Enquanto houver amor, ilha e arte blogarei por toda a parte...

(c) 2007. Selo
"Toiro de Alfenim"
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